segunda-feira, 19 de março de 2018

Práticas Integrativas e Complementares Pró Saúde!

Em algumas décadas vimos mudarem os adjetivos dados às práticas terapêuticas não convencionais. Foram sucessivamente “alternativas”, “naturalistas”, “tradicionais” (em suas versões favoráveis); ou “charlatonas”, “místicas”, “não-científicas”, “placebos” (na opinião de seus opositores). Em paralelo à dança dos adjetivos observamos a difusão dessas práticas não só no vocabulário mas principalmente no dia a dia brasileiro. Reiki, cromoterapia, shiatsu, fitoterapia, acupuntura, homeopatia, florais, e outras tantas formas de buscar a saúde tornaram-se corriqueiros entre todas as faixas etárias e estratos sociais.
Meu entusiasmo por estas práticas é antigo e reside na percepção de que aderir a elas representa quase sempre desafio ou resistência, decididos individualmente. É solitariamente que superamos medo e restrições para pensar ou fazer diferente, contrariando hábitos, autoridades, hegemonias, saberes acadêmicos, forças do mercado, poderes técnico-científicos, pensamentos autoritários, etc.
A decisão de aderir ou não a uma prática não convencional portanto se aproxima dos processos emancipatórios de autocuidado, em oposição às pressões de mercantilização massificação e industrialização da saúde.
Esta decisão crucial, com seus riscos e perspectivas, representa passo determinante para a conformação ou confirmação de sujeitos que exercem suas potências próprias para preservar a própria vida. Respeitar a apropriação dessa potência é saudar o próprio desenvolvimento vital do indivíduo.
Agora aprendo que o Brasil é referência mundial no acolhimento às práticas integrativas e complementares, denominação que compreende 29 dessas modalidades que vêm sendo contempladas pelo Ministério da Saúde desde 2006 no âmbito da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde.
Por isso, o crescimento das práticas integrativas e complementares é consequência e causa de processos individuais emancipatórios, motivo pelo qual entendo deve ser comemorado!
De 12 a 15 de março aconteceu no Rio de Janeiro o primeiro Congresso Internacional de Práticas Integrativas e Complementares, reunindo gestores, profissionais, acadêmicos e praticantes do mundo todo.
Segundo o Ministério da Saúde foi o protagonismo brasileiro no tema que trouxe o evento para nossas terras. É a afinidade existencial e profissional (e pátria!), portanto, que me leva a comparecer para aprender e apreender um pouco mais deste universo e contar para seus participantes o que temos feito nesse campo.

Mauro Lopez Rego faz formação como terapeuta de si mesmo.

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Histórias de humanização

Encontro nas alturas do 12º andar mostra que andaime também é lugar para fazer saúde!

Antonio Marcos e Reginaldo apareceram à janela do consultório para refazer a marquise do prédio e como retribuição oferecemos orientações e cuidados com a saúde bucal.

Se os olhos são janelas da alma, o sorriso garante a expressão do coração...


A cena confirma que o ato de cuidar não precisa de local nem hora pra acontecer!


sábado, 14 de outubro de 2017

Projeto Colaboratório Saúde!

No dia 5 de outubro começamos um percurso compartilhado com o grupo de convivência da Geap na Casa das Beiras, com vivências e reflexões individuais e coletivas sobre fatores determinantes da 
saúde e sobre as formas de ampliar conhecimentos e adotar práticas e estilos de vida saudáveis.



O objetivo do projeto é contribuir, naquela pequena comunidade, para o reconhecimento, a adoção e a difusão de atitudes saudáveis; e a identificação, revisão e transformação daquelas contrárias à saúde.

O caminho se inicia naquele espaço interno em que cada um se fez e continuamente se refaz: sua história, sua percepção de identidade, seus valores, seus desejos.



Simultaneamente, revisitamos a forma como percebemos e somos percebidos pelos que nos rodeiam, experimentando outras percepções e comparando-as com nossas premissas, de maneira a recriá-las ou substituí-las.



Como fios condutores destes percursos, conhecimentos e práticas de autocuidado, a serem experimentados, reforçados e difundidos.



Como se pode ver, uma expedição intensa e promissora ao "mundo do outro"!

Vamos!

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Nos altos de Copacabana

Em 27 de agosto estivemos no Morro dos Cabritos, conduzindo uma dinâmica-ponte articulando presente, passado e futuro. No foco, uma família que migrou da Bahia para o Rio de Janeiro e aqui se enraizou, enfrentando obstáculos e aprendizados de reiniciar suas histórias em um mundo novo. Como participantes, além dos familiares, amigos próximos e admiradores.

Semeadura Urbana, Foto-futurando e Canteiro de Poesias Medicinais foram turbinados pelas participações de todos.

Depoimentos, relatos, fotos e compartilhamentos caberiam muito bem como peças de um museu para registrar tantas vitórias.

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Diálogos Inspiradores

Nos dias 17 e 18 de julho estivemos no 6º Encontro Nacional dos Românticos Conspiradores, em Paraisópolis, MG. Muitos encontros num único evento! Oportunidade para renovar expectativas e tecer redes em favor de mudanças.

Em resposta ao convite para integrar a programação, nossa concepção foi apresentar uma vivência para a plenária, envolvendo a reflexão, criação e apresentação para todos os participantes.

A vivência concebida foi "Diálogos Inspiradores", mistura de 'ação comunicativa' com a ludicidade das artes cênicas. Uma das participantes, Bruna Aline Scaramboni, nos brindou com suas considerações no texto abaixo:


"O Encontro Nacional dos Românticos Conspiradores (Enarc) deste ano mobilizou seus participantes para a busca do fortalecimento das redes de apoio entre aqueles que defendem uma educação democrática. Os princípios que movem as idéias e ações dos Românticos Conspiradores estão reunidos na Carta de Princípios. Estes mesmos princípios também inspiraram as atividades realizadas no Encontro, e por isso, vale a pena destacar um deles, como por exemplo, o princípio número 5, Educar-se na Democracia
“5 – Educar-se na Democracia. A educação que prepara para a democracia deve se dar através de práticas não-autoritárias, que permitam a ampla participação de educandos, dos educadores, das famílias e da comunidade. Só é possível uma educação para a ação cidadã se a educação for pela e na ação cidadã. As práticas educativas promotoras da liberdade, autonomia, respeito, responsabilidade, eqüidade e solidariedade devem estar associadas aos princípios anteriores para permitir que atinjamos o objetivo maior da auto-responsabilização social” (Carta de Princípios – Núcleo RC/SP)[1].

Uma dessas atividades, Diálogos Inspiradores, por exemplo, buscou criar espaços de reflexão e diálogo entre todas as pessoas interessadas em novas possibilidades na Educação ou em sua melhoria. A atividade foi conduzida por Mauro Rego e Valéria Roças, autores do livro Conversa e Cura. Diálogos inspiradores é uma dinâmica que estimula a criação de caminhos para o diálogo com o outro – com os que pensam de forma semelhante ou diferente de nós. O desafio proposto na dinâmica consiste em refletir em como abrir caminhos para um diálogo verdadeiro em que não está em jogo invalidar ou menosprezar ideias opostas, mas estabelecer uma troca e assim abrir espaço para a escuta.
Há tempos que vivemos uma crise de paradigmas em vários setores da vida, e na Educação não é diferente. A necessidade de dialogar impõe-se como a condição para que se possam construir coletivamente novos e melhores caminhos para os nossos problemas. A Educação pode ser efetivamente um instrumento de construção de valores éticos e de vínculos que são fundamentais no desenvolvimento da criança e jovem para uma vida adulta autônoma e responsável. Para isso é preciso questionar nossa concepção de escola como edifício e único local possível para a Educação. Como diz o professor José Pacheco, “as escolas são pessoas”. E o diálogo impõe-se com toda a sua potência política e criativa como um caminho possível para a construção de realizações coletivas e voltadas para o bem-estar das pessoas. Para aqueles que defendem e se aproximam de uma educação que promova o respeito, a autonomia e a ética, a dinâmica colocou a eles o desafio de avaliar suas próprias ideias, assim como, a oportunidade de colocar-se no lugar do outro, de pensar sob outras perspectivas e posicionamentos.    
Os participantes reuniram-se em grupos bastante diversificados, com crianças, adultos, jovens; com professores, gestores, artistas e estudantes. A primeira tarefa consistia em construir diálogos a partir de questões sensíveis a cada um dos agentes sociais: alunos, professores, gestores e familiares/responsáveis. Como participante da dinâmica posso dizer que existiu entre nós uma relação respeitosa e de troca, em que dentro do real possível todos que quiseram se colocar foram ouvidos e tiveram suas questões acolhidas. Cada grupo teve como tarefa pensar em questões específicas referentes a cada um dos agentes. Dessa reflexão coletiva emergiram diferentes visões sobre educação, escola e aprendizagem, e a partir delas construíram-se diálogos com os pais, gestores, professores e alunos. Cada um dos grupos refletiu sob a perspectiva dos diversos agentes sociais e sobre como eles dialogariam entre si a respeito de formas inovadoras de Educação, outras concepções de escola e do processo de ensino-aprendizagem.  
O grupo que refletiu sob a perspectiva dos alunos trouxe para os diálogos questões como: “De que maneira pensar o processo ensino-aprendizagem sem provas, notas ou uma grade curricular específica para cada série ou ciclo?”; “Por que e para que precisamos aprender determinados conteúdos?”; “Por que precisamos ser avaliados através de provas?” Ou então, “Como irei estudar sem a pressão das provas?”. Ensaiou-se algumas respostas a essas questões sob os vários posicionamentos existentes na sociedade atual, seja no sentido de sinalizar para a necessidade de uma transformação nas práticas e relações educacionais, seja no sentido de aprimorar práticas tradicionais. Sob a perspectiva dos gestores escolares, abordou-se a questão da evasão e do fracasso escolar: Qual tipo de educação temos de fazer para se enfrentar efetivamente problemas como evasão, fracasso escolar e o desinteresse dos alunos? Será que os alunos saem da escola com aprendizagens significativas? Tais questões levaram à discussão sobre o papel da escola: Será que a função da escola é o de preparar exclusivamente para atuar no mercado de trabalho e ter bom desempenho em vestibulares?
Sob a perspectiva dos professores, o grupo discutiu a prática pedagógica: De que maneira devo criar condições para despertar a curiosidade e o interesse dos meus alunos? Em que medida a transmissão de conteúdos organizados em grades curriculares contribuem com o aprendizado dos alunos? Em seguida, surgiu a pergunta: Por que os alunos não aprendem todos os conteúdos transmitidos? Por que muitos saem da educação básica sem saber ler e escrever satisfatoriamente? Será que o problema é a falta de disciplina? A indisciplina é a causa do baixo desempenho e desinteresse dos alunos? Na conversa entre familiares/responsáveis, uma das mães, preocupada com o desempenho insatisfatório de seu filho, questiona um plano de curso que impõe um mesmo ritmo de aprendizado a todos. O ritmo imposto pelo plano de curso deve ser igual para pessoas com diferentes características, experiências, potenciais e limitações? Por fim, finalizamos com difíceis questões que perpassaram todas as conversas e que precisam ser acolhidas e significadas por todos nós: Qual é a finalidade da escola? Que tipo de escola e educação desejamos construir? A resposta a esta pergunta sinaliza para o tipo de sociedade que desejamos construir para os próximos anos.
No Enarc enfatizou-se a educação como construção coletiva, e para isso, devemos criar espaços de diálogo. A dinâmica Diálogos inspiradores contribuiu para essa tarefa ao estimular de forma criativa, a conversa, a troca e a escuta. Como vimos, essa atividade foi utilizada com professores, artistas, estudantes, gestores e pode ser uma fonte de inspiração para os educadores e arte-educadores que queiram estimular a construção de diálogos inspiradores nos mais variados espaços educativos, inclusive, a sala de aula."

[Bruna Aline Scaramboni é educadora na área de ciências humanas, com graduação e mestrado em Ciências Sociais, e atua no ensino médio no Centro Paula Souza, em São Paulo.]
[1] Para consultar Carta de Princípios acessehttp://romanticosconspira.wixsite.com/rcss/blank-1


Com a contribuição da Bruna Aline, temos mais subsídios para prosseguir fomentando diálogos!

A vivência tem um registro no youtube, que, embora sintético, traduz em parte o seu desenvolvimento.
Está em https://www.youtube.com/watch?v=sqY1zuLpPiY.

 Registro dos Diálogos Inspiradores em Paraisópolis





segunda-feira, 17 de julho de 2017

Caminhos e práticas na atuação social em territórios


Entre junho e julho estivemos com profissionais dos campos da educação, cultura, meio ambiente e desenvolvimento social, apresentando e discutindo formas de atuar nos territórios a partir do re-conhecimento de seus atores.

Realizado em parceria com Helena Singer no Centro de Pesquisa e Formação, do Sesc São Paulo, o curso discutiu possibilidades e limites da ação social com base no conceito de território, reunindo contribuições múltiplas de seus participantes e integrando seus referenciais e abordagens.

Foram oito encontros intensos, que deixam legados e novos caminhos!




  


quarta-feira, 21 de junho de 2017

Oficina de humanização junto a futuros profissionais

Convidados pela Faculdade São José, participamos do Ciclo Saúde, Sociedade e Conhecimento, com a Oficina de Humanização: Ambiente de Conversa e Cura.

Verdadeiro encontro com estudantes das áreas da Saúde, Educação e Esportes!

Oportunidade de refletir sobre o papel da sensibilidade nos ambientes de trabalho e em sociedade.

Para saber mais: http://www.saojose.br/acontece/saude-sociedade-e-conhecimento-oficina-de-humanizacao-ambiente-de-conversa-e-cura/




domingo, 30 de abril de 2017

Ateliê no Território Inventivo

O Ateliê Aberto de Sensibilidade vai funcionar no Território Inventivo nos dias 9, 10 e 13 de maio, em sessões de três horas de duração, em diferentes horários: 9 de maio 18 às 22 h 10 de maio 14 às 17 h, e 19 às 22 h 13 de maio 10h30 às 13h30, e 15 às 18 h Território Inventivo Rua Benedito Hipólito, nº 1 - Praça Onze - Rio de Janeiro
Realizado em parceria com o eLABorando, o Ateliê vai reunir pessoas e mobilizar talentos para produzir suas “obras”: formas de estar consigo, com os outros, e com a vida em sociedade. Todos serão bem vindos! A participação é gratuita. Vagas limitadas. Inscrições: http://migre.me/wwfHP.

terça-feira, 21 de março de 2017

Singularidades: obras do Ateliê em Heliópolis



Foto: Lara Rôças
Levamos a Heliópolis a enorme expectativa de nos relacionarmos com a comunidade, o bairro e sua história, e o que vivemos por lá correspondeu plenamente aos nossos melhores anseios.


Foto: Lara Rôças






O CEU Heliópolis resulta da mobilização da coletividade em favor de seu desenvolvimento e demonstra nos detalhes como exerce este papel. Uma mistura de crianças, adultos e idosos em várias atividades de aprendizado, convivência, expressão e troca. Lugar agradável, bonito, limpo e equipado, onde equipes solidárias, conscientes e ativas se mostram receptivas a tudo o que vem em favor da dignidade e do exercício de direitos.

Foto: Lara Rôças











Foto: Cris Komesu
O Ateliê funcionou de forma muito particular nos diferentes turnos em que foi realizado. Nas manhãs e tardes a tarefa de refletir sobre a sensibilidade no lidar consigo próprio, com o “outro” e com a sociedade de forma geral foi abraçada por profissionais e estudantes das áreas de educação, saúde, desenvolvimento humano e da cultura.

Foto: Lara Rôças
Foto: Lara Rôças
Foto: Lara Rôças
Foto: Cris Komesu

Foto: Lara Rôças

Foto: Lara Rôças
Nosso trabalho ganhou mais uma estação – Inspirações e Expirações, na qual apresentamos obras e autores que contribuem para o pensar e o fazer do Ateliê. Ali os participantes mergulharam nos referenciais ampliando o seu conhecimento sobre o tema central das estações... a sensibilidade como ferramenta para humanizar pessoas, relações e gestões. Para além de consultas, os participantes sugeriram a inclusão de livros, artigos e poesias. Conhecemos “Cântico Negro”, de José Régio (via Pricila Procópio) e “Como amar uma criança”, de Janusz Korczak (via Helena Singer).
Foto: Lara Rôças



Foto: Lara Rôças
Na estação “Relatos de Sensibilidade” recebemos depoimentos de Sandra Mirabelli (foto), Rita Moraes, Beatriz Besen, Victor Gonçalves e Alexandre Tuma Jr. Um mosaico de percepções, mostrando a diferença sendo feita por atitudes tão simples: a escuta, o diálogo, o acolher, o formar vínculos e mais do que tudo ... o respeitar do outro. Grandes lições!





Foto: Lara Rôças
Foto: Lara Rôças
Foto: Lara Rôças
Na noite do dia 6, tivemos a satisfação de receber estudantes do EJA da EMEF Campos Salles! Muitas histórias, mundos e corações em um encontro único. O Ateliê aconteceu como uma grande roda, permitindo que todos pudessem se aventurar em usar a própria sensibilidade, de forma simultânea e participativa! Ao final tínhamos nos tornado amigos de infância. Gratidão a todos pela participação do EJA, em especial aos professores Delma Botter, Mabel Albuquerque e Laor de Oliveira.
Foto: Lara Rôças
Foto: Lara Rôças

Foto: Lara Rôças
Foto: Lara Rôças

Foto: Lara Rôças

 Em breve publicaremos aqui o vídeo sobre a experiência do Ateliê em Heliópolis, lugar que nos deixou com vontade de voltar muitas vezes.



domingo, 19 de fevereiro de 2017

O Ateliê em São Paulo: bairro de Heliópolis

O CEU Heliópolis vai abrigar a primeira edição do Ateliê em São Paulo, em evento de dois dias de duração. Em parceria com a Fundação de Apoio ao Estudo e à Pesquisa em Saúde - FAPES, o evento vai reunir profissionais das áreas de educação, saúde, ciências sociais e representantes e lideranças comunitárias para promover uma reflexão coletiva acerca da temática Humanização.
A reunião de públicos variados, incluindo gestores, profissionais de diferentes áreas e atores sociais da localidade foi pensada como oportunidade de ampliar o escopo da discussão sobre humanização e estreitar espaços e relações, potencializando os resultados esperados.
A importância da organização comunitária em favor da garantia de direitos na trajetória de Heliópolis confere especial sentido à realização do Ateliê naquela localidade.

- Local: Centro Educacional Unificado – CEU Heliópolis Profª Arlete Persoli
Estrada das Lágrimas, 2385 - Torre da Cidadania - São João Climaco, SP.
- Dias: 6 e 7 de março, 2ª e 3ª feira -  Horários: 9 às 12 horas (grupo 1) e de 14 às 17 horas (grupo 2)
- Público: sem limitação de idade ou quantidade
- Número de participantes: 50 pessoas por grupo.
* Os interessados deverão se inscrever previamente ao período do evento, através do site da FAPES ou no CEU Heliópolis, informando dia e grupo que desejam se integrar.
** O evento será gratuito e aberto à participação de todas as idades.






Saiba mais em: http://www.fapes.net/educacao-integral/atelie-aberto-de-sensibilidade/; https://www.facebook.com/conversaecura/