Em algumas décadas vimos mudarem os adjetivos dados às práticas terapêuticas não convencionais. Foram sucessivamente “alternativas”, “naturalistas”, “tradicionais” (em suas versões favoráveis); ou “charlatonas”, “místicas”, “não-científicas”, “placebos” (na opinião de seus opositores). Em paralelo à dança dos adjetivos observamos a difusão dessas práticas não só no vocabulário mas principalmente no dia a dia brasileiro. Reiki, cromoterapia, shiatsu, fitoterapia, acupuntura, homeopatia, florais, e outras tantas formas de buscar a saúde tornaram-se corriqueiros entre todas as faixas etárias e estratos sociais.
Meu entusiasmo por estas práticas é antigo e reside na percepção de que aderir a elas representa quase sempre desafio ou resistência, decididos individualmente. É solitariamente que superamos medo e restrições para pensar ou fazer diferente, contrariando hábitos, autoridades, hegemonias, saberes acadêmicos, forças do mercado, poderes técnico-científicos, pensamentos autoritários, etc.
A decisão de aderir ou não a uma prática não convencional portanto se aproxima dos processos emancipatórios de autocuidado, em oposição às pressões de mercantilização massificação e industrialização da saúde.
Esta decisão crucial, com seus riscos e perspectivas, representa passo determinante para a conformação ou confirmação de sujeitos que exercem suas potências próprias para preservar a própria vida. Respeitar a apropriação dessa potência é saudar o próprio desenvolvimento vital do indivíduo.
Agora aprendo que o Brasil é referência mundial no acolhimento às práticas integrativas e complementares, denominação que compreende 29 dessas modalidades que vêm sendo contempladas pelo Ministério da Saúde desde 2006 no âmbito da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde.
Por isso, o crescimento das práticas integrativas e complementares é consequência e causa de processos individuais emancipatórios, motivo pelo qual entendo deve ser comemorado!
De 12 a 15 de março aconteceu no Rio de Janeiro o primeiro Congresso Internacional de Práticas Integrativas e Complementares, reunindo gestores, profissionais, acadêmicos e praticantes do mundo todo.
Segundo o Ministério da Saúde foi o protagonismo brasileiro no tema que trouxe o evento para nossas terras. É a afinidade existencial e profissional (e pátria!), portanto, que me leva a comparecer para aprender e apreender um pouco mais deste universo e contar para seus participantes o que temos feito nesse campo.
Mauro Lopez Rego faz formação como terapeuta de si mesmo.
Conversa & Cura
Este blog é mais uma parte do movimento para apresentar, ecoar e co-mover pessoas nas histórias de busca da saúde, por meio de projeto existencial-profissional com diversas vertentes. Conversa e Cura é livro, oficina e prática diária. Apresentado em seminários, palestras, artigos, consultas, o projeto resulta de vários referenciais, dos quais se resgatam conceitos e usos de nossa interação com o mundo, como sensibilidade, criatividade, acolhimento, vínculo, alteridade, empatia e ludicidade.
segunda-feira, 19 de março de 2018
segunda-feira, 27 de novembro de 2017
Histórias de humanização
Encontro nas alturas do 12º andar mostra que andaime também é lugar para fazer saúde!
Antonio Marcos e Reginaldo apareceram à janela do consultório para refazer a marquise do prédio e como retribuição oferecemos orientações e cuidados com a saúde bucal.
Se os olhos são janelas da alma, o sorriso garante a expressão do coração...
A cena confirma que o ato de cuidar não precisa de local nem hora pra acontecer!
sábado, 14 de outubro de 2017
Projeto Colaboratório Saúde!
No dia 5 de outubro começamos um percurso compartilhado com o grupo de convivência da Geap na Casa das Beiras, com vivências e reflexões individuais
e coletivas sobre fatores determinantes da
Simultaneamente, revisitamos a forma como percebemos e somos percebidos pelos que nos rodeiam, experimentando outras percepções e comparando-as com nossas premissas, de maneira a recriá-las ou substituí-las.
saúde e sobre as formas de ampliar
conhecimentos e adotar práticas e estilos de vida saudáveis.
O objetivo do projeto é contribuir, naquela pequena comunidade, para o reconhecimento, a adoção e a difusão de atitudes saudáveis; e a identificação, revisão e transformação daquelas contrárias à saúde.
O caminho se inicia naquele espaço interno em que cada um se fez e continuamente se refaz: sua história, sua percepção de identidade, seus valores, seus desejos.
Simultaneamente, revisitamos a forma como percebemos e somos percebidos pelos que nos rodeiam, experimentando outras percepções e comparando-as com nossas premissas, de maneira a recriá-las ou substituí-las.
Como fios condutores destes percursos, conhecimentos e práticas de autocuidado, a serem experimentados, reforçados e difundidos.
Como se pode ver, uma expedição intensa e promissora ao "mundo do outro"!
Vamos!
segunda-feira, 11 de setembro de 2017
Nos altos de Copacabana
Em 27 de agosto estivemos no Morro dos Cabritos, conduzindo uma
dinâmica-ponte articulando presente, passado e futuro. No foco, uma família que
migrou da Bahia para o Rio de Janeiro e aqui se enraizou, enfrentando obstáculos
e aprendizados de reiniciar suas histórias em um mundo novo. Como
participantes, além dos familiares, amigos próximos e admiradores.
Semeadura Urbana, Foto-futurando e Canteiro de Poesias Medicinais foram
turbinados pelas participações de todos.
sexta-feira, 4 de agosto de 2017
Diálogos Inspiradores
Nos dias 17 e 18 de julho estivemos no 6º Encontro Nacional dos Românticos Conspiradores, em Paraisópolis, MG. Muitos encontros num único evento! Oportunidade para renovar expectativas e tecer redes em favor de mudanças.
Em resposta ao convite para integrar a programação, nossa concepção foi apresentar uma vivência para a plenária, envolvendo a reflexão, criação e apresentação para todos os participantes.
A vivência concebida foi "Diálogos Inspiradores", mistura de 'ação comunicativa' com a ludicidade das artes cênicas. Uma das participantes, Bruna Aline Scaramboni, nos brindou com suas considerações no texto abaixo:
Em resposta ao convite para integrar a programação, nossa concepção foi apresentar uma vivência para a plenária, envolvendo a reflexão, criação e apresentação para todos os participantes.
A vivência concebida foi "Diálogos Inspiradores", mistura de 'ação comunicativa' com a ludicidade das artes cênicas. Uma das participantes, Bruna Aline Scaramboni, nos brindou com suas considerações no texto abaixo:
"O Encontro Nacional dos Românticos
Conspiradores (Enarc) deste ano mobilizou seus participantes para a busca do fortalecimento
das redes de apoio entre aqueles que defendem uma educação democrática. Os
princípios que movem as idéias e ações dos Românticos Conspiradores estão
reunidos na Carta de Princípios. Estes mesmos princípios também inspiraram as
atividades realizadas no Encontro, e por isso, vale a pena destacar um deles,
como por exemplo, o princípio número 5, Educar-se
na Democracia:
“5 – Educar-se na Democracia. A
educação que prepara para a democracia deve se dar através de práticas
não-autoritárias, que permitam a ampla participação de educandos, dos
educadores, das famílias e da comunidade. Só é possível uma educação para a
ação cidadã se a educação for pela e na ação cidadã. As práticas educativas
promotoras da liberdade, autonomia, respeito, responsabilidade, eqüidade e
solidariedade devem estar associadas aos princípios anteriores para permitir
que atinjamos o objetivo maior da auto-responsabilização social” (Carta de
Princípios – Núcleo RC/SP)[1].
Uma dessas atividades, Diálogos Inspiradores, por exemplo,
buscou criar espaços de reflexão e diálogo entre todas as pessoas interessadas
em novas possibilidades na Educação ou em sua melhoria. A atividade foi
conduzida por Mauro Rego e Valéria Roças, autores do livro Conversa e Cura. Diálogos
inspiradores é uma dinâmica que estimula a criação de caminhos para o
diálogo com o outro – com os que pensam de forma semelhante ou diferente de
nós. O desafio proposto na dinâmica consiste em refletir em como abrir caminhos
para um diálogo verdadeiro em que não está em jogo invalidar ou menosprezar
ideias opostas, mas estabelecer uma troca e assim abrir espaço para a escuta.
Há tempos que vivemos uma crise de paradigmas em vários setores da vida, e na Educação não é diferente. A necessidade de dialogar impõe-se como a condição para que se possam construir coletivamente novos e melhores caminhos para os nossos problemas. A Educação pode ser efetivamente um instrumento de construção de valores éticos e de vínculos que são fundamentais no desenvolvimento da criança e jovem para uma vida adulta autônoma e responsável. Para isso é preciso questionar nossa concepção de escola como edifício e único local possível para a Educação. Como diz o professor José Pacheco, “as escolas são pessoas”. E o diálogo impõe-se com toda a sua potência política e criativa como um caminho possível para a construção de realizações coletivas e voltadas para o bem-estar das pessoas. Para aqueles que defendem e se aproximam de uma educação que promova o respeito, a autonomia e a ética, a dinâmica colocou a eles o desafio de avaliar suas próprias ideias, assim como, a oportunidade de colocar-se no lugar do outro, de pensar sob outras perspectivas e posicionamentos.
Há tempos que vivemos uma crise de paradigmas em vários setores da vida, e na Educação não é diferente. A necessidade de dialogar impõe-se como a condição para que se possam construir coletivamente novos e melhores caminhos para os nossos problemas. A Educação pode ser efetivamente um instrumento de construção de valores éticos e de vínculos que são fundamentais no desenvolvimento da criança e jovem para uma vida adulta autônoma e responsável. Para isso é preciso questionar nossa concepção de escola como edifício e único local possível para a Educação. Como diz o professor José Pacheco, “as escolas são pessoas”. E o diálogo impõe-se com toda a sua potência política e criativa como um caminho possível para a construção de realizações coletivas e voltadas para o bem-estar das pessoas. Para aqueles que defendem e se aproximam de uma educação que promova o respeito, a autonomia e a ética, a dinâmica colocou a eles o desafio de avaliar suas próprias ideias, assim como, a oportunidade de colocar-se no lugar do outro, de pensar sob outras perspectivas e posicionamentos.
Os participantes reuniram-se em grupos
bastante diversificados, com crianças, adultos, jovens; com professores,
gestores, artistas e estudantes. A primeira tarefa consistia em construir
diálogos a partir de questões sensíveis a cada um dos agentes sociais: alunos,
professores, gestores e familiares/responsáveis. Como participante da dinâmica
posso dizer que existiu entre nós uma relação respeitosa e de troca, em que
dentro do real possível todos que quiseram se colocar foram ouvidos e tiveram
suas questões acolhidas. Cada grupo teve como tarefa pensar em questões
específicas referentes a cada um dos agentes. Dessa reflexão coletiva emergiram
diferentes visões sobre educação, escola e aprendizagem, e a partir delas
construíram-se diálogos com os pais, gestores, professores e alunos. Cada um
dos grupos refletiu sob a perspectiva dos diversos agentes sociais e sobre como
eles dialogariam entre si a respeito de formas inovadoras de Educação, outras
concepções de escola e do processo de ensino-aprendizagem.
O grupo que refletiu sob a perspectiva dos
alunos trouxe para os diálogos questões como: “De que maneira pensar o processo
ensino-aprendizagem sem provas, notas ou uma grade curricular específica para
cada série ou ciclo?”; “Por que e para que precisamos aprender determinados
conteúdos?”; “Por que precisamos ser avaliados através de provas?” Ou então,
“Como irei estudar sem a pressão das provas?”. Ensaiou-se algumas respostas a
essas questões sob os vários posicionamentos existentes na sociedade atual,
seja no sentido de sinalizar para a necessidade de uma transformação nas
práticas e relações educacionais, seja no sentido de aprimorar práticas
tradicionais. Sob a perspectiva dos gestores escolares, abordou-se a questão da
evasão e do fracasso escolar: Qual tipo de educação temos de fazer para se
enfrentar efetivamente problemas como evasão, fracasso escolar e o desinteresse
dos alunos? Será que os alunos saem da escola com aprendizagens significativas?
Tais questões levaram à discussão sobre o papel da escola: Será que a função da
escola é o de preparar exclusivamente para atuar no mercado de trabalho e ter
bom desempenho em vestibulares?
Sob a perspectiva dos professores, o grupo
discutiu a prática pedagógica: De que maneira devo criar condições para
despertar a curiosidade e o interesse dos meus alunos? Em que medida a
transmissão de conteúdos organizados em grades curriculares contribuem com o
aprendizado dos alunos? Em seguida, surgiu a pergunta: Por que os alunos não
aprendem todos os conteúdos transmitidos? Por que muitos saem da educação
básica sem saber ler e escrever satisfatoriamente? Será que o problema é a
falta de disciplina? A indisciplina é a causa do baixo desempenho e
desinteresse dos alunos? Na conversa entre familiares/responsáveis, uma das
mães, preocupada com o desempenho insatisfatório de seu filho, questiona um
plano de curso que impõe um mesmo ritmo de aprendizado a todos. O ritmo imposto
pelo plano de curso deve ser igual para pessoas com diferentes características,
experiências, potenciais e limitações? Por fim, finalizamos com difíceis
questões que perpassaram todas as conversas e que precisam ser acolhidas e
significadas por todos nós: Qual é a finalidade da escola? Que tipo de escola e
educação desejamos construir? A resposta a esta pergunta sinaliza para o tipo
de sociedade que desejamos construir para os próximos anos.
No Enarc enfatizou-se a educação como construção coletiva, e para isso, devemos criar espaços de diálogo. A dinâmica Diálogos inspiradores contribuiu para essa tarefa ao estimular de forma criativa, a conversa, a troca e a escuta. Como vimos, essa atividade foi utilizada com professores, artistas, estudantes, gestores e pode ser uma fonte de inspiração para os educadores e arte-educadores que queiram estimular a construção de diálogos inspiradores nos mais variados espaços educativos, inclusive, a sala de aula."
[Bruna Aline Scaramboni é educadora na área de ciências humanas, com graduação e mestrado em Ciências Sociais, e atua no ensino médio no Centro Paula Souza, em São Paulo.]
No Enarc enfatizou-se a educação como construção coletiva, e para isso, devemos criar espaços de diálogo. A dinâmica Diálogos inspiradores contribuiu para essa tarefa ao estimular de forma criativa, a conversa, a troca e a escuta. Como vimos, essa atividade foi utilizada com professores, artistas, estudantes, gestores e pode ser uma fonte de inspiração para os educadores e arte-educadores que queiram estimular a construção de diálogos inspiradores nos mais variados espaços educativos, inclusive, a sala de aula."
[Bruna Aline Scaramboni é educadora na área de ciências humanas, com graduação e mestrado em Ciências Sociais, e atua no ensino médio no Centro Paula Souza, em São Paulo.]
Com a contribuição da Bruna Aline, temos mais subsídios para prosseguir fomentando diálogos!
A vivência tem um registro no youtube, que, embora sintético, traduz em parte o seu desenvolvimento.
Está em https://www.youtube.com/watch?v=sqY1zuLpPiY.
segunda-feira, 17 de julho de 2017
Caminhos e práticas na atuação social em territórios
Entre junho e julho estivemos com profissionais dos campos da educação, cultura, meio ambiente e desenvolvimento social, apresentando e discutindo formas de atuar nos territórios a partir do re-conhecimento de seus atores.
Realizado em parceria com Helena Singer no Centro de Pesquisa e Formação, do Sesc São Paulo, o curso discutiu possibilidades e limites da ação social com base no conceito de território, reunindo contribuições múltiplas de seus participantes e integrando seus referenciais e abordagens.
Foram oito encontros intensos, que deixam legados e novos caminhos!
quarta-feira, 21 de junho de 2017
Oficina de humanização junto a futuros profissionais
Convidados pela Faculdade São José, participamos do Ciclo Saúde, Sociedade e Conhecimento, com a Oficina de Humanização: Ambiente de Conversa e Cura.
Verdadeiro encontro com estudantes das áreas da Saúde, Educação e Esportes!
Oportunidade de refletir sobre o papel da sensibilidade nos ambientes de trabalho e em sociedade.
Para saber mais: http://www.saojose.br/acontece/saude-sociedade-e-conhecimento-oficina-de-humanizacao-ambiente-de-conversa-e-cura/
Verdadeiro encontro com estudantes das áreas da Saúde, Educação e Esportes!
Oportunidade de refletir sobre o papel da sensibilidade nos ambientes de trabalho e em sociedade.
Para saber mais: http://www.saojose.br/acontece/saude-sociedade-e-conhecimento-oficina-de-humanizacao-ambiente-de-conversa-e-cura/
domingo, 30 de abril de 2017
Ateliê no Território Inventivo
O Ateliê Aberto de Sensibilidade vai funcionar no Território Inventivo nos dias 9, 10 e 13 de maio, em sessões de três horas de duração, em diferentes horários:
9 de maio 18 às 22 h
10 de maio 14 às 17 h, e 19 às 22 h
13 de maio 10h30 às 13h30, e 15 às 18 h
Território Inventivo
Rua Benedito Hipólito, nº 1 - Praça Onze - Rio de Janeiro
Realizado em parceria com o eLABorando, o Ateliê vai reunir pessoas e mobilizar talentos para produzir suas “obras”: formas de estar consigo, com os outros, e com a vida em sociedade.
Todos serão bem vindos!
A participação é gratuita. Vagas limitadas.
Inscrições: http://migre.me/wwfHP.
terça-feira, 21 de março de 2017
Singularidades: obras do Ateliê em Heliópolis
| Foto: Lara Rôças |
Levamos a Heliópolis a enorme expectativa de nos
relacionarmos com a comunidade, o bairro e sua história, e o que vivemos por lá
correspondeu plenamente aos nossos melhores anseios.
| Foto: Lara Rôças |
O CEU Heliópolis resulta da mobilização da coletividade em favor
de seu desenvolvimento e demonstra nos detalhes como exerce este papel. Uma
mistura de crianças, adultos e idosos em várias atividades de aprendizado,
convivência, expressão e troca. Lugar agradável, bonito, limpo e equipado, onde
equipes solidárias, conscientes e ativas se mostram receptivas a tudo o que vem
em favor da dignidade e do exercício de direitos.
| Foto: Lara Rôças |
| Foto: Cris Komesu |
O Ateliê funcionou de forma muito particular nos diferentes
turnos em que foi realizado. Nas manhãs e tardes a tarefa de refletir sobre a
sensibilidade no lidar consigo próprio, com o “outro” e com a sociedade de
forma geral foi abraçada por profissionais e estudantes das áreas de educação,
saúde, desenvolvimento humano e da cultura.
| Foto: Lara Rôças |
| Foto: Lara Rôças |
| Foto: Lara Rôças |
| Foto: Cris Komesu |
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| Foto: Lara Rôças |
| Foto: Lara Rôças |
Nosso trabalho ganhou mais uma estação – Inspirações e Expirações, na qual
apresentamos obras e autores que contribuem para o pensar e o fazer do Ateliê. Ali
os participantes mergulharam nos referenciais ampliando o seu conhecimento
sobre o tema central das estações... a sensibilidade
como ferramenta para humanizar pessoas, relações e gestões. Para além de
consultas, os participantes sugeriram a inclusão de livros, artigos e poesias.
Conhecemos “Cântico Negro”, de José Régio (via Pricila Procópio) e “Como amar
uma criança”, de Janusz Korczak (via Helena Singer).
| Foto: Lara Rôças |
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| Foto: Lara Rôças |
Na estação “Relatos de Sensibilidade” recebemos depoimentos
de Sandra Mirabelli (foto), Rita Moraes, Beatriz Besen, Victor Gonçalves e Alexandre
Tuma Jr. Um mosaico de percepções, mostrando a diferença sendo feita por
atitudes tão simples: a escuta, o diálogo, o acolher, o formar vínculos e mais
do que tudo ... o respeitar do outro. Grandes lições!
| Foto: Lara Rôças |
| Foto: Lara Rôças |
| Foto: Lara Rôças |
Na noite do dia 6, tivemos a satisfação de receber
estudantes do EJA da EMEF Campos Salles! Muitas histórias, mundos e corações em
um encontro único. O Ateliê aconteceu como uma grande roda, permitindo que
todos pudessem se aventurar em usar a própria sensibilidade, de forma
simultânea e participativa! Ao final tínhamos nos tornado amigos de infância.
Gratidão a todos pela participação do EJA, em especial aos professores Delma
Botter, Mabel Albuquerque e Laor de Oliveira.
| Foto: Lara Rôças |
| Foto: Lara Rôças |
| Foto: Lara Rôças |
Em breve publicaremos aqui o vídeo sobre a experiência do Ateliê em Heliópolis, lugar que nos deixou com vontade de voltar muitas vezes.
domingo, 19 de fevereiro de 2017
O Ateliê em São Paulo: bairro de Heliópolis
O CEU Heliópolis vai abrigar a primeira edição do
Ateliê em São Paulo, em evento de dois dias de duração. Em parceria com a
Fundação de Apoio ao Estudo e à Pesquisa em Saúde - FAPES, o evento vai reunir
profissionais das áreas de educação, saúde, ciências sociais e representantes e
lideranças comunitárias para promover uma reflexão coletiva acerca da temática
Humanização.
A reunião de públicos variados, incluindo gestores, profissionais de
diferentes áreas e atores sociais da localidade foi pensada como oportunidade
de ampliar o escopo da discussão sobre humanização e estreitar espaços e
relações, potencializando os resultados esperados.
A importância da organização comunitária em favor da garantia de direitos
na trajetória de Heliópolis confere especial sentido à realização do Ateliê naquela
localidade.
-
Local: Centro Educacional Unificado – CEU Heliópolis Profª Arlete Persoli
Estrada
das Lágrimas, 2385 - Torre da Cidadania - São João Climaco, SP.
- Dias:
6 e 7 de março, 2ª e 3ª feira - Horários: 9 às 12 horas (grupo 1) e de 14 às 17
horas (grupo 2)
-
Público: sem limitação de idade ou quantidade
- Número de
participantes: 50 pessoas por grupo.
* Os interessados deverão
se inscrever previamente ao período do evento, através do site da FAPES ou no
CEU Heliópolis, informando dia e grupo que desejam se integrar.
** O evento será gratuito
e aberto à participação de todas as idades.
Saiba mais em: http://www.fapes.net/educacao-integral/atelie-aberto-de-sensibilidade/;
https://www.facebook.com/conversaecura/
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