domingo, 19 de fevereiro de 2017

O Ateliê em São Paulo: bairro de Heliópolis

O CEU Heliópolis vai abrigar a primeira edição do Ateliê em São Paulo, em evento de dois dias de duração. Em parceria com a Fundação de Apoio ao Estudo e à Pesquisa em Saúde - FAPES, o evento vai reunir profissionais das áreas de educação, saúde, ciências sociais e representantes e lideranças comunitárias para promover uma reflexão coletiva acerca da temática Humanização.
A reunião de públicos variados, incluindo gestores, profissionais de diferentes áreas e atores sociais da localidade foi pensada como oportunidade de ampliar o escopo da discussão sobre humanização e estreitar espaços e relações, potencializando os resultados esperados.
A importância da organização comunitária em favor da garantia de direitos na trajetória de Heliópolis confere especial sentido à realização do Ateliê naquela localidade.

- Local: Centro Educacional Unificado – CEU Heliópolis Profª Arlete Persoli
Estrada das Lágrimas, 2385 - Torre da Cidadania - São João Climaco, SP.
- Dias: 6 e 7 de março, 2ª e 3ª feira -  Horários: 9 às 12 horas (grupo 1) e de 14 às 17 horas (grupo 2)
- Público: sem limitação de idade ou quantidade
- Número de participantes: 50 pessoas por grupo.
* Os interessados deverão se inscrever previamente ao período do evento, através do site da FAPES ou no CEU Heliópolis, informando dia e grupo que desejam se integrar.
** O evento será gratuito e aberto à participação de todas as idades.






Saiba mais em: http://www.fapes.net/educacao-integral/atelie-aberto-de-sensibilidade/; https://www.facebook.com/conversaecura/

Apresentando o Ateliê

DESCRIÇÃO ... O QUE É

A proposta do Ateliê é oferecer momentos de interação, reflexão, ludicidade e troca entre os participantes.
Através de jogos, experiências sensíveis e criativas, os autores estimulam os participantes a refletirem sobre os papeis da afetividade, da imaginação, do sentimento e da comunicação nos relacionamentos pessoais e profissionais. Com isso, pretendem abordar as diversas maneiras pelas quais relações humanizadas contribuem para a harmonização da vida em sociedade.
  

OBJETIVO ... O QUE PRETENDE
Proporcionar experiências que contribuam, individual e coletivamente, para estimular, recuperar, fortalecer, adquirir ou exercer a sensibilidade.

METODOLOGIA ... COMO ACONTECE
O Ateliê compreende dez estações interativas nas quais os visitantes/participantes são incentivados a vivenciar a própria sensibilidade, de forma lúdica, recorrendo à criatividade para corresponder aos estímulos e questionamentos estabelecidos em cada situação apresentada.
Individualmente, em duplas, ou coletivamente, torna-se possível ao longo do percurso observar as formas pelas quais percepções, sentimentos, expressões acontecem ou deixam de acontecer.
Seu formato prevê a interação monitorada ou autônoma por parte dos visitantes.

A QUEM SE DESTINA
Concebido a partir do campo da saúde, onde a humanização é tema recorrente, ao longo de seu desenvolvimento o Ateliê demonstrou viabilidade junto a outros campos e espaços, como os da educação formal e não formal, do desenvolvimento comunitário e da gestão de organizações públicas e privadas.
Numa perspectiva ampliada, o Ateliê não tem limitações de idade, formação ou interesse principal, porque lida, essencialmente, com o que se entende por humano. Seu emprego por grupos que já tem um relacionamento ou foco pessoal ou profissional comum, no entanto, potencializa seus resultados.

ORIGEM
O Ateliê de Sensibilidade tem como matriz inspiradora o esforço direcionado à humanização das práticas em Saúde, empreendido pelo Ministério da Saúde, no bojo da gestão do SUS. Embora o conceito de humanização tenha se constituído, difundido e valorizado tanto na formação profissional quanto na gestão e nas políticas públicas, sua concretização e viabilização no dia a dia dos serviços é ainda obra em construção



PONTOS CENTRAIS
Humanização, acolhimento, integralidade, emancipação, participação social, ética, alteridade e empatia.
TRAJETÓRIA
O Ateliê foi concebido a partir da apresentação na programação científica do 7º Congresso de Ciências Sociais e Humanas em Saúde, da Associação Brasileira de Saúde Coletiva - Abrasco, em Mato Grosso - outubro de 2016.

Suas edições posteriores foram realizadas no Rio de Janeiro (RJ), Distrito Federal (DF) e no Acre (Rio Branco). Em março de 2017 será apresentado em São Paulo.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Estreia do Ateliê Aberto de Sensibilidade no Rio de Janeiro

Foi no sábado, dia 19 de novembro, que aconteceu pela primeira vez o Ateliê Aberto de Sensibilidade, ambiente para apresentar ao Rio de Janeiro o livro "Conversa & Cura - desfiando e desafiando histórias".

O bairro? Copacabana, tão genuinamente carioca, tão presente nos relatos do livro.



O Ateliê não reuniu somente 200 pessoas. Conseguiu, principalmente, mobilizar 200 corações e suas expressões em favor da sensibilidade.

O Espaço Ananda foi o local acolhedor que recebeu a proposta de desenvolver as estações. Em cada uma delas, uma possibilidade de contribuir para o exercício da humanização.

        Corações foram ouvidos com os "tatoscópios"
"Para humanizar o outro é preciso, antes de tudo, humanizar a si próprio".
Este foi o tema que pautou aquele dia!

 Recados foram deixados aos "que virão"



Reflexões sobre o que desejamos foram parte do trabalho na estação Fotofuturando, projetando expectativas e esperanças;




O canteiro de poesias medicinais reuniu poetas já em curso e admiradores da causa, buscando caminhos para entender  e reinventar seus percursos seus através das mensagens recebidas.






Os anúncios deixados para compor os Classificados Co-Moventes não couberam no espaço que lhes foi destinado. Fazendo jus ao seu nome, o Co-Moventes se propõe a viabilizar trocas entre o interior e o exterior de cada um, ajudando a fluir aquilo que pode gerar alegria, realização ou encontro.

Permanecemos em busca de alguns autores desconhecidos que não assinaram seus anúncios de compra, troca, venda, empréstimo e doações de bens interiores. artigos de luxo que naquele encontro resolveram compartilhar de alguma forma com o grupo.

Essas  e muitas outras realizações confirmaram que o Ateliê alcançou seu desejo maior: contaminar pessoas e convidá-las a refletir sobre suas práticas e, quando entenderam ser necessário, rever seus percursos em busca de outras dimensões do ser.  

As imagens ilustram apenas parte de tudo o que foi o Ateliê.
 Servem como convite para as próximas edições!