domingo, 19 de fevereiro de 2017

Apresentando o Ateliê

DESCRIÇÃO ... O QUE É

A proposta do Ateliê é oferecer momentos de interação, reflexão, ludicidade e troca entre os participantes.
Através de jogos, experiências sensíveis e criativas, os autores estimulam os participantes a refletirem sobre os papeis da afetividade, da imaginação, do sentimento e da comunicação nos relacionamentos pessoais e profissionais. Com isso, pretendem abordar as diversas maneiras pelas quais relações humanizadas contribuem para a harmonização da vida em sociedade.
  

OBJETIVO ... O QUE PRETENDE
Proporcionar experiências que contribuam, individual e coletivamente, para estimular, recuperar, fortalecer, adquirir ou exercer a sensibilidade.

METODOLOGIA ... COMO ACONTECE
O Ateliê compreende dez estações interativas nas quais os visitantes/participantes são incentivados a vivenciar a própria sensibilidade, de forma lúdica, recorrendo à criatividade para corresponder aos estímulos e questionamentos estabelecidos em cada situação apresentada.
Individualmente, em duplas, ou coletivamente, torna-se possível ao longo do percurso observar as formas pelas quais percepções, sentimentos, expressões acontecem ou deixam de acontecer.
Seu formato prevê a interação monitorada ou autônoma por parte dos visitantes.

A QUEM SE DESTINA
Concebido a partir do campo da saúde, onde a humanização é tema recorrente, ao longo de seu desenvolvimento o Ateliê demonstrou viabilidade junto a outros campos e espaços, como os da educação formal e não formal, do desenvolvimento comunitário e da gestão de organizações públicas e privadas.
Numa perspectiva ampliada, o Ateliê não tem limitações de idade, formação ou interesse principal, porque lida, essencialmente, com o que se entende por humano. Seu emprego por grupos que já tem um relacionamento ou foco pessoal ou profissional comum, no entanto, potencializa seus resultados.

ORIGEM
O Ateliê de Sensibilidade tem como matriz inspiradora o esforço direcionado à humanização das práticas em Saúde, empreendido pelo Ministério da Saúde, no bojo da gestão do SUS. Embora o conceito de humanização tenha se constituído, difundido e valorizado tanto na formação profissional quanto na gestão e nas políticas públicas, sua concretização e viabilização no dia a dia dos serviços é ainda obra em construção



PONTOS CENTRAIS
Humanização, acolhimento, integralidade, emancipação, participação social, ética, alteridade e empatia.
TRAJETÓRIA
O Ateliê foi concebido a partir da apresentação na programação científica do 7º Congresso de Ciências Sociais e Humanas em Saúde, da Associação Brasileira de Saúde Coletiva - Abrasco, em Mato Grosso - outubro de 2016.

Suas edições posteriores foram realizadas no Rio de Janeiro (RJ), Distrito Federal (DF) e no Acre (Rio Branco). Em março de 2017 será apresentado em São Paulo.

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