Foi no sábado, dia 19 de novembro, que aconteceu pela primeira vez
o Ateliê Aberto de Sensibilidade, ambiente para apresentar ao Rio de Janeiro o
livro "Conversa & Cura - desfiando e desafiando histórias".
O bairro?
Copacabana, tão genuinamente carioca, tão presente nos relatos do livro.
O Ateliê não
reuniu somente 200 pessoas. Conseguiu, principalmente, mobilizar 200 corações e
suas expressões em favor da sensibilidade.
O Espaço Ananda
foi o local acolhedor que recebeu a proposta de desenvolver as estações. Em
cada uma delas, uma possibilidade de contribuir para o exercício da
humanização.
| Corações foram ouvidos com os "tatoscópios" |
| "Para humanizar o outro é preciso, antes de tudo, humanizar a si próprio". Este foi o tema que pautou aquele dia! |
| Recados foram deixados aos "que virão" |
Reflexões sobre o que desejamos foram parte
do trabalho na estação Fotofuturando, projetando expectativas e esperanças;



O canteiro de poesias medicinais reuniu poetas já em curso e admiradores da causa, buscando caminhos para entender e reinventar seus percursos seus através das mensagens recebidas.
Os anúncios
deixados para compor os Classificados Co-Moventes não couberam no espaço que
lhes foi destinado. Fazendo jus ao seu nome, o Co-Moventes se propõe a
viabilizar trocas entre o interior e o exterior de cada um, ajudando a fluir
aquilo que pode gerar alegria, realização ou encontro.
Permanecemos em busca de alguns autores desconhecidos que não
assinaram seus anúncios de compra, troca, venda, empréstimo e doações de bens
interiores. artigos de luxo que naquele encontro resolveram compartilhar de
alguma forma com o grupo.
Essas e muitas outras realizações confirmaram que o Ateliê alcançou seu desejo maior: contaminar pessoas e convidá-las a refletir sobre suas práticas e, quando entenderam ser necessário, rever seus percursos em busca de outras dimensões do ser.
As imagens
ilustram apenas parte de tudo o que foi o Ateliê.
Servem como convite para as
próximas edições!

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