segunda-feira, 17 de julho de 2017

Caminhos e práticas na atuação social em territórios


Entre junho e julho estivemos com profissionais dos campos da educação, cultura, meio ambiente e desenvolvimento social, apresentando e discutindo formas de atuar nos territórios a partir do re-conhecimento de seus atores.

Realizado em parceria com Helena Singer no Centro de Pesquisa e Formação, do Sesc São Paulo, o curso discutiu possibilidades e limites da ação social com base no conceito de território, reunindo contribuições múltiplas de seus participantes e integrando seus referenciais e abordagens.

Foram oito encontros intensos, que deixam legados e novos caminhos!




  


quarta-feira, 21 de junho de 2017

Oficina de humanização junto a futuros profissionais

Convidados pela Faculdade São José, participamos do Ciclo Saúde, Sociedade e Conhecimento, com a Oficina de Humanização: Ambiente de Conversa e Cura.

Verdadeiro encontro com estudantes das áreas da Saúde, Educação e Esportes!

Oportunidade de refletir sobre o papel da sensibilidade nos ambientes de trabalho e em sociedade.

Para saber mais: http://www.saojose.br/acontece/saude-sociedade-e-conhecimento-oficina-de-humanizacao-ambiente-de-conversa-e-cura/




domingo, 30 de abril de 2017

Ateliê no Território Inventivo

O Ateliê Aberto de Sensibilidade vai funcionar no Território Inventivo nos dias 9, 10 e 13 de maio, em sessões de três horas de duração, em diferentes horários: 9 de maio 18 às 22 h 10 de maio 14 às 17 h, e 19 às 22 h 13 de maio 10h30 às 13h30, e 15 às 18 h Território Inventivo Rua Benedito Hipólito, nº 1 - Praça Onze - Rio de Janeiro
Realizado em parceria com o eLABorando, o Ateliê vai reunir pessoas e mobilizar talentos para produzir suas “obras”: formas de estar consigo, com os outros, e com a vida em sociedade. Todos serão bem vindos! A participação é gratuita. Vagas limitadas. Inscrições: http://migre.me/wwfHP.

terça-feira, 21 de março de 2017

Singularidades: obras do Ateliê em Heliópolis



Foto: Lara Rôças
Levamos a Heliópolis a enorme expectativa de nos relacionarmos com a comunidade, o bairro e sua história, e o que vivemos por lá correspondeu plenamente aos nossos melhores anseios.


Foto: Lara Rôças






O CEU Heliópolis resulta da mobilização da coletividade em favor de seu desenvolvimento e demonstra nos detalhes como exerce este papel. Uma mistura de crianças, adultos e idosos em várias atividades de aprendizado, convivência, expressão e troca. Lugar agradável, bonito, limpo e equipado, onde equipes solidárias, conscientes e ativas se mostram receptivas a tudo o que vem em favor da dignidade e do exercício de direitos.

Foto: Lara Rôças











Foto: Cris Komesu
O Ateliê funcionou de forma muito particular nos diferentes turnos em que foi realizado. Nas manhãs e tardes a tarefa de refletir sobre a sensibilidade no lidar consigo próprio, com o “outro” e com a sociedade de forma geral foi abraçada por profissionais e estudantes das áreas de educação, saúde, desenvolvimento humano e da cultura.

Foto: Lara Rôças
Foto: Lara Rôças
Foto: Lara Rôças
Foto: Cris Komesu

Foto: Lara Rôças

Foto: Lara Rôças
Nosso trabalho ganhou mais uma estação – Inspirações e Expirações, na qual apresentamos obras e autores que contribuem para o pensar e o fazer do Ateliê. Ali os participantes mergulharam nos referenciais ampliando o seu conhecimento sobre o tema central das estações... a sensibilidade como ferramenta para humanizar pessoas, relações e gestões. Para além de consultas, os participantes sugeriram a inclusão de livros, artigos e poesias. Conhecemos “Cântico Negro”, de José Régio (via Pricila Procópio) e “Como amar uma criança”, de Janusz Korczak (via Helena Singer).
Foto: Lara Rôças



Foto: Lara Rôças
Na estação “Relatos de Sensibilidade” recebemos depoimentos de Sandra Mirabelli (foto), Rita Moraes, Beatriz Besen, Victor Gonçalves e Alexandre Tuma Jr. Um mosaico de percepções, mostrando a diferença sendo feita por atitudes tão simples: a escuta, o diálogo, o acolher, o formar vínculos e mais do que tudo ... o respeitar do outro. Grandes lições!





Foto: Lara Rôças
Foto: Lara Rôças
Foto: Lara Rôças
Na noite do dia 6, tivemos a satisfação de receber estudantes do EJA da EMEF Campos Salles! Muitas histórias, mundos e corações em um encontro único. O Ateliê aconteceu como uma grande roda, permitindo que todos pudessem se aventurar em usar a própria sensibilidade, de forma simultânea e participativa! Ao final tínhamos nos tornado amigos de infância. Gratidão a todos pela participação do EJA, em especial aos professores Delma Botter, Mabel Albuquerque e Laor de Oliveira.
Foto: Lara Rôças
Foto: Lara Rôças

Foto: Lara Rôças
Foto: Lara Rôças

Foto: Lara Rôças

 Em breve publicaremos aqui o vídeo sobre a experiência do Ateliê em Heliópolis, lugar que nos deixou com vontade de voltar muitas vezes.



domingo, 19 de fevereiro de 2017

O Ateliê em São Paulo: bairro de Heliópolis

O CEU Heliópolis vai abrigar a primeira edição do Ateliê em São Paulo, em evento de dois dias de duração. Em parceria com a Fundação de Apoio ao Estudo e à Pesquisa em Saúde - FAPES, o evento vai reunir profissionais das áreas de educação, saúde, ciências sociais e representantes e lideranças comunitárias para promover uma reflexão coletiva acerca da temática Humanização.
A reunião de públicos variados, incluindo gestores, profissionais de diferentes áreas e atores sociais da localidade foi pensada como oportunidade de ampliar o escopo da discussão sobre humanização e estreitar espaços e relações, potencializando os resultados esperados.
A importância da organização comunitária em favor da garantia de direitos na trajetória de Heliópolis confere especial sentido à realização do Ateliê naquela localidade.

- Local: Centro Educacional Unificado – CEU Heliópolis Profª Arlete Persoli
Estrada das Lágrimas, 2385 - Torre da Cidadania - São João Climaco, SP.
- Dias: 6 e 7 de março, 2ª e 3ª feira -  Horários: 9 às 12 horas (grupo 1) e de 14 às 17 horas (grupo 2)
- Público: sem limitação de idade ou quantidade
- Número de participantes: 50 pessoas por grupo.
* Os interessados deverão se inscrever previamente ao período do evento, através do site da FAPES ou no CEU Heliópolis, informando dia e grupo que desejam se integrar.
** O evento será gratuito e aberto à participação de todas as idades.






Saiba mais em: http://www.fapes.net/educacao-integral/atelie-aberto-de-sensibilidade/; https://www.facebook.com/conversaecura/

Apresentando o Ateliê

DESCRIÇÃO ... O QUE É

A proposta do Ateliê é oferecer momentos de interação, reflexão, ludicidade e troca entre os participantes.
Através de jogos, experiências sensíveis e criativas, os autores estimulam os participantes a refletirem sobre os papeis da afetividade, da imaginação, do sentimento e da comunicação nos relacionamentos pessoais e profissionais. Com isso, pretendem abordar as diversas maneiras pelas quais relações humanizadas contribuem para a harmonização da vida em sociedade.
  

OBJETIVO ... O QUE PRETENDE
Proporcionar experiências que contribuam, individual e coletivamente, para estimular, recuperar, fortalecer, adquirir ou exercer a sensibilidade.

METODOLOGIA ... COMO ACONTECE
O Ateliê compreende dez estações interativas nas quais os visitantes/participantes são incentivados a vivenciar a própria sensibilidade, de forma lúdica, recorrendo à criatividade para corresponder aos estímulos e questionamentos estabelecidos em cada situação apresentada.
Individualmente, em duplas, ou coletivamente, torna-se possível ao longo do percurso observar as formas pelas quais percepções, sentimentos, expressões acontecem ou deixam de acontecer.
Seu formato prevê a interação monitorada ou autônoma por parte dos visitantes.

A QUEM SE DESTINA
Concebido a partir do campo da saúde, onde a humanização é tema recorrente, ao longo de seu desenvolvimento o Ateliê demonstrou viabilidade junto a outros campos e espaços, como os da educação formal e não formal, do desenvolvimento comunitário e da gestão de organizações públicas e privadas.
Numa perspectiva ampliada, o Ateliê não tem limitações de idade, formação ou interesse principal, porque lida, essencialmente, com o que se entende por humano. Seu emprego por grupos que já tem um relacionamento ou foco pessoal ou profissional comum, no entanto, potencializa seus resultados.

ORIGEM
O Ateliê de Sensibilidade tem como matriz inspiradora o esforço direcionado à humanização das práticas em Saúde, empreendido pelo Ministério da Saúde, no bojo da gestão do SUS. Embora o conceito de humanização tenha se constituído, difundido e valorizado tanto na formação profissional quanto na gestão e nas políticas públicas, sua concretização e viabilização no dia a dia dos serviços é ainda obra em construção



PONTOS CENTRAIS
Humanização, acolhimento, integralidade, emancipação, participação social, ética, alteridade e empatia.
TRAJETÓRIA
O Ateliê foi concebido a partir da apresentação na programação científica do 7º Congresso de Ciências Sociais e Humanas em Saúde, da Associação Brasileira de Saúde Coletiva - Abrasco, em Mato Grosso - outubro de 2016.

Suas edições posteriores foram realizadas no Rio de Janeiro (RJ), Distrito Federal (DF) e no Acre (Rio Branco). Em março de 2017 será apresentado em São Paulo.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Estreia do Ateliê Aberto de Sensibilidade no Rio de Janeiro

Foi no sábado, dia 19 de novembro, que aconteceu pela primeira vez o Ateliê Aberto de Sensibilidade, ambiente para apresentar ao Rio de Janeiro o livro "Conversa & Cura - desfiando e desafiando histórias".

O bairro? Copacabana, tão genuinamente carioca, tão presente nos relatos do livro.



O Ateliê não reuniu somente 200 pessoas. Conseguiu, principalmente, mobilizar 200 corações e suas expressões em favor da sensibilidade.

O Espaço Ananda foi o local acolhedor que recebeu a proposta de desenvolver as estações. Em cada uma delas, uma possibilidade de contribuir para o exercício da humanização.

        Corações foram ouvidos com os "tatoscópios"
"Para humanizar o outro é preciso, antes de tudo, humanizar a si próprio".
Este foi o tema que pautou aquele dia!

 Recados foram deixados aos "que virão"



Reflexões sobre o que desejamos foram parte do trabalho na estação Fotofuturando, projetando expectativas e esperanças;




O canteiro de poesias medicinais reuniu poetas já em curso e admiradores da causa, buscando caminhos para entender  e reinventar seus percursos seus através das mensagens recebidas.






Os anúncios deixados para compor os Classificados Co-Moventes não couberam no espaço que lhes foi destinado. Fazendo jus ao seu nome, o Co-Moventes se propõe a viabilizar trocas entre o interior e o exterior de cada um, ajudando a fluir aquilo que pode gerar alegria, realização ou encontro.

Permanecemos em busca de alguns autores desconhecidos que não assinaram seus anúncios de compra, troca, venda, empréstimo e doações de bens interiores. artigos de luxo que naquele encontro resolveram compartilhar de alguma forma com o grupo.

Essas  e muitas outras realizações confirmaram que o Ateliê alcançou seu desejo maior: contaminar pessoas e convidá-las a refletir sobre suas práticas e, quando entenderam ser necessário, rever seus percursos em busca de outras dimensões do ser.  

As imagens ilustram apenas parte de tudo o que foi o Ateliê.
 Servem como convite para as próximas edições!

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Conversa & Cura vai ao Acre!

Em dezembro o Conversa & Cura foi a Rio Branco, reavivando e mantendo o caso de amor com o Estado do Acre.

A programação foi intensa! Começou com a entrevista para Rede Acre, que está em http://migre.me/w5G7V. 

O Ateliê Aberto de Sensibilidade e lançamento do livro Conversa & Cura aconteceram na Biblioteca Pública do Acre, na Praça da Revolução. O público da Biblioteca se integrou ao Ateliê e participou intensamente das vivências.

A biblioteca foi palco da entrevista dada sobre a história do livro, a trajetória dos autores e sua relação com o Acre. A entrevista está em http://migre.me/w5Gcy (unicamente por dispositivos fixos).

Em Rio Branco fomos apresentados à Diretoria de Humanização, ligada à Secretaria de Gestão Administrativa, do governo do Estado. Verdadeiro encontro! Total sintonia com a proposta do Conversa & Cura, empregando a ludicidade, a criatividade e a arte em favor da humanização!



A oficina realizada junto à equipe da Diretoria de Humanização constituiu momento coletivo de rara beleza, em que a compreensão fluiu de maneira única, fortalecendo premissa importante para as ações em humanização da gestão: equipes humanizadas são muito mais efetivas que equipes compostas para humanizar. Tal afirmativa já é compreendida no âmbito daquela Diretoria, e serve de farol a iluminar os próximos passos.

Saímos de Rio Branco com o desejo de levar futuros interlocutores a conhecer experiência daquela Diretoria, ajudando a semear a ideia de que, sim, é possível trabalhar por uma gestão humanizada.

Para tanto, levamos da experiência no Acre as "mensagens aos que virão", agora a serem transmitidas ao próximo Ateliê.



Por tudo o que vivemos em Rio Branco, deixamos agradecimentos a Raimundo Escócio de Faria Neto, Cláudia Maia, Emily Escócio, Sara Ávila, Nyéde Mota, Helena Carloni, Jorginey Rebouças, Jefson Dourado, André Pinheiro, Victor Abugoche, Eli Meirelles, Francis Mary e Marilyn Lira.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Boca-a-boca na Unidade Móvel

Grande oportunidade! Colocar em ação a promoção da saúde numa unidade móvel da GEAP no Largo da Carioca, Centro do Rio de Janeiro.

A atividade tem especial valor por seu caráter coletivo e dialógico, articulando a odontologia a outras áreas da atenção em saúde e reconhecendo cada pessoa em sua forma singular.

O formato não convencional e a liberdade de abordar temas trazidos por cada um a partir de suas próprias histórias e expectativas ensejam aprendizado mútuo e horizontalizado, dando vez à integralidade em seu sentido mais promissor!

Ali se iniciaram muitas narrativas de descoberta, autocuidado e sucesso!